Blog sobre todos temas relacionados com Saúde dinamizado pelos alunos do Externato das Escravas do Sagrado Coração de Jesus do Porto.

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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Álcool e Jovens


O que são as bebidas alcoólicas?

São bebidas que contém álcool etílico (etanol) em maior ou menos percentagem. Podem ser bebidas fermentadas, como o vinho, ou destiladas, como a aguardente.

As bebidas alcoólicas são uma droga?

As bebidas alcoólicas fazem parte do grupo das drogas, embora a sua utilização seja legal. Apesar de ser uma droga legal, pode diminuir a capacidade do cérebro pensar sobretudo quando ingerido em excesso. Esta droga, como todas as outras, provoca dependência.

Mas afinal posso ou não beber “um copo”?

Antes dos 18 anos o fígado não está preparado para a metabolização do álcool, o que mais tarde pode trazer consequências, por isso, apenas é aconselhado beber depois dos 18 anos mas, sempre, com moderação!

O que é que é beber com moderação?

Beber com moderação implica que o álcool não interfira na saúde, na vida pessoal, social e com a segurança da sociedade.

O álcool estimula? Mas é calmante?

Em pequenas e moderadas quantidades as bebidas alcoólicas estimulam o nosso organismo, o que nos deixa com a sensação de energia e excitados. Ao atingir o cérebro, em grandes quantidades, o álcool, provoca diminuição da tensão e ansiedade. Em excesso podemos mesmo ficar com fraqueza muscular ou, até mesmo, entrar em como.

É perigoso misturar álcool com outras substâncias?

As bebidas alcoólicas tomadas ao mesmo tempo que calmantes, anti-depressivos ou comprimidos para o sono são muito perigosas, podendo levar ao coma.

As raparigas devem beber menos?

O fígado das raparigas tem menor capacidade do que o dos rapazes para metabolizar o álcool e o organismo apresenta menos quantidade de água onde o álcool se vai dissolver, razoes pelas quais para que num rapaz e numa rapariga com a mesma idade e peso o álcool terá consequências mais marcadas na rapariga.


Fontes:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Bebida_alco%C3%B3lica

http://www.elisabethsalgadoencontrandovoce.com/bebidas_na_adolescencia.htm

Panfleto informativo


Ass.: Maria Ana Pinheiro e Teresa amorim




ROER AS UNHAS: Sim ou Não?


Roer as unhas , também designado pelo termo técnico onicofagia, é o hábito de morder as unhas (dos dedos das mãos ou dos pés) durante períodos de nervosismo, ansiedade, stress, tédio ou até mesmo fome. Pode ainda ser um sinal de desordens a nível emocional ou mental. Este hábito, normalmente, começa desde que as pessoas são pequenas crianças (por volta dos 4 ou 5 anos), mas prolonga-se por toda a vida. Há pessoas de todas as gerações a ter este hábito.

Aspectos Negativos

Roer as unhas é prejudicial à saúde de uma pessoa porque pode resultar num transporte de germes, que vivem sob a superfície das unhas, até à boca. Outro factor negativo é o facto de quando se roem as unhas a pele em seu redor acaba por também ser ruída o que pode provocar infecções que se podem alastrar a vários dedos e à boca.

Roer unhas também pode ser negativo por restringir o uso das mãos. Um roedor de unhas compulsivo pode ter sua habilidade para trabalhar restringida (por exemplo, escrever, digitar, desenhar, tocar instrumentos de corda, dirigir) por causa dos estragos feitos às unhas ou à pele em volta.

Um longo hábito de roer unhas pode ocasionar desgaste do esmalte dos dentes incisivos, podendo gerar cáries nessas áreas.

Tratamento

Ao contrário do que a maioria das pessoas pensam existem tratamentos para este mau hábito. Pode ser tratado por meio de medicamentosas medicações utilizadas para tratar o problema incluem potentes anti-depressivos – ou realizando terapia comportamental – neste tipo de tratamento a pessoa é “treinada” para não roer as unhas. Pode ser utilizado por si só ou como complemento aos medicamentos . Podem também ser utilizados outros tipos de métodos, que são os mais utilizados, como vernizes com um sabor desagradável ou o uso de um elástico no pulso que, a própria pessoa ou amigo e familiares, puxam quando vêem a pessoa a roer as unhas.


Mas temos que ter em conta que estes métodos por si só não são quase nada eficazes. É necessário que uma pessoa que pretenda superar este vício, tenha uma enorme dedicação e uma grande força de vontade.


Fonte: www.wikipedia.org

Teresa Amorim e Maria Ana Pinheiro

A Gravidez e as Drogas Combinam?

A maioria das grávidas adolescentes não tem qualquer noção o que as drogas pode fazer aos seus fetos. Este facto pode ser muito prejudicial, mas a realidade é que grande parte das adolescentes grávidas continua a fazê-lo o que prova que não estão devidamente informadas, logo nós decidimos fazer este post para informar os nossos leitoras.


Uso de Drogas

Quando as grávidas consomem algum tipo de drogas, como a cocaína, durante a gravidez podem criar consequências muito negativas no desenvolvimento do seu feto: malformações físicas ou problemas neurológicos, como por exemplo a microcefalia (cabeça muito pequena devido ao pouco crescimento do cérebro) e anomalias da retina. O uso destas drogas pode até mesmo levar à morte súbita repentina da criança, mesmo tendo sobrevivido ao parto, ou pode ter consequências para toda a sua vida como dificuldades em aprender, como a dislexia.

Como o tabaco, mas em muito maior grau, as drogas, nomeadamente a cocaína, diminuem o fluxo de sangue transmitido para o feto, que, consequentemente terá baixo peso ao nascer. O consumo de drogas também pode ocasionar tensão alta, mesmo quando o bebé ainda se encontra na barriga da mãe ou pode ocasionar o nascimento prematuro por deslocamento da placenta ou devido a contracções uterinas precoces.

Para além disso, quando as drogas são consumidas através de um modo injectável, existe o risco de que a mãe (a consumidora) se contamine com o vírus HIV o que pode levar à transmição da SIDA para o feto.


Fonte: http://psicoativas.ufcspa.edu.br/gravidez.html

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

FUMAR MATA!


Fumar causa dependência e é perigoso porque pode provocar muitas doenças graves e fatais incluindo o cancro de pulmão e doenças do coração. O fumo do cigarro contém milhares de substâncias químicas que são cancerígenas ou tóxicas.

Não se deve presumir que cigarros com valores baixas de alcatrão e nicotina são menos prejudiciais, na verdade a OMS afirma que mudar para produtos com menos alcatrão não traz benefícios significativos para a saúde.

O tabaco nas crianças, jovens e grávidas…

As crianças, jovens e grávidas não devem fumar. Evitar que os jovens fumem é uma atitude importante que passa pela proibição da venda/dificuldade de acesso ao tabaco a menores e por programas educacionais que preferencialmente devem visar os jovens em meios de comunicação que lhes sejam apelativos como canais televisivos orientados para esta faixa etária e internet.

Deixar de fumar…

O hábito de fumar é por vezes difícil de combater. A nicotina provoca dependência por processos semelhantes ao de outras drogas ou álcool: uso compulsivo, efeitos psicoactivos, comportamento a droga, tolerância e dependência física, manifestada por síndrome de abstinência. Os sintomas de abstinência mais importantes são: necessidade imperiosa de fumar, ansiedade, irritabilidade, agressividade, dificuldade de concentração, dores de cabeça, aumento do apetite…

Deixar defumar nem sempre é fácil…mas traz benefícios de toda a ordem a nível físico (desaparecimento do cheiro a tabaco, hálito mais fresco, aumento do paladar, diminuição do risco de doenças), psicológico (aumento da auto-estima e reforço das competências individuais) e socioeconómico (poupança económica e melhor aceitação social).

É importante ter a noção de que voltar a ser um individuo “não fumador” não é um simples acto mas um processo em que se fazem escolhas e mudanças que necessariamente alteram o estilo de vida. Muitas vezes para deixar de fumar os indivíduos necessitam de apoio especializado existindo em todo o País consultas quer em Hospitais Públicos, quer em Centros de Saúde que se dedicam a este tipo de trabalho.

Consultas de Cessação Tabágica…

Quando entrou em vigor da lei do tabaco o número de indivíduos a recorrer às consultas de cessação tabágica quase duplicou… contudo sabe-se que apenas uma minoria recorre a ajuda técnica (cerca de 14%).

As consultas de cessação tabágica são orientadas por uma equipe que poderá envolver diferentes técnicos da área de saúde (médicos, enfermeiros , psicólogos, nutricionistas) e os métodos terapêuticos são ajustados de acordo com o nível de dependência e de motivação.

Em relação aos custos…

A maioria dos indivíduos que têm frequentado as consultas de cessação tabágica refere que têm dificuldades em suportar o custo da medicação específica, uma vez que esta não é comparticipada.

Segundo especialistas o doente é seguido cerca de 1 ano em consultas onde paga as taxas moderadoras do SNS e o custo médio da medicação e de 50€/mês…um português que fume 10 cigarros/dia gasta em média 52€/mês…talvez seja altura de também aqui começarmos a fazer contas…

A esta questão dos custos directos acrescem os custos a longo prazo com a eventual necessidade de tratamento de doenças mais complexas e “pesadas” a nível económico e humano como o cancro de pulmão e a DPCO (doença pulmonar crónica obstrutiva).

Fontes: Panfleto informativo e Jornal Notícias

Teresa Amorim e Maria Ana Pinheiro

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Medicina das Viagens


Atualmente as pessoas viajam cada vez mais e com maior facilidade, as suas movimentações estendem-se a todo o globo desde as regiões mais exóticas às mais inóspitas e distantes. Assim existe uma maior probabilidade de um viajante ter contacto com um conjunto de factores de agressão, sobretudo sob a forma de agentes infecciosos relacionados com as áreas geográficas visitadas.

A necessidade de uma correcta informação do viajante sobre riscos possíveis durante a sua deslocação levou ao desenvolvimento da Medicina das Viagens cujo objectivo é o aconselhamento prévio à viagem e muitas vezes também o acompanhamento após o regresso. Este aconselhamento implica um correcto conhecimento do estado de saúde do viajante, o conhecimento do tipo de viagem (itinerário, duração e estilo da estadia) e a epidemiologia das doenças infecciosas da área a visitar.

Imunizações e vacinas

Alguns países possuem legislação que obriga à vacinação dos viajantes que pretendem visita-los. A vacina da febre-amarela é obrigatória em diferentes países de África, América Central e do Sul; esta vacina deve ser administrada 10 dias antes da partida e é valida por 10 anos.

A recomendação em relação a outras vacinas está dependente de já existirem vacinações anteriores (algumas vacinas como a da difeteria, polimielite ou tétano fazem parte do plano nacional de vacinação), há quanto tempo foram realizadas, do risco no local de destino (por ex. a vacina da hepatite A nas deslocações a países com baixos índices higiene-sanitários), e mesmo das actividades que o viajante vai desenvolver (ex. – vacina da raiva para veterinários que vão trabalhar para países em que esta doença é usual).

A recomendação das vacinas requer uma constante actualização já que pode variar com surtos de doença que estejam a ocorrer naquele preciso momento no mundo.

Doenças transmitidas por insectos

A protecção individual contra picadas de insectos é muito importante na prevenção de numerosas doenças, sendo a mais conhecida a malária. Esta protecção inclui o uso de redes mosquiteiras, insecticidas de ambiente, repelentes de aplicação na pele e o uso de vestuário que deixe poucas zonas do corpo expostas. Evidentemente que em relação à malária se pode fazer profilaxia com medicação especifica, sempre tendo em atenção que a profilaxia não impede a doença mas as formas graves dessa mesma.

Doenças transmitidas pela água

São exemplo deste tipo de doenças a diarreia do viajante, hepatite A…

Geralmente são contraídas por transmissão oral-fecal ou pela ingestão de alimentos contaminados, a forma de as prevenir prende-se com regras no consumo de água (só beber água engarrafada, se esta não existir convém ferver e/ou filtrar a água, não utilizar gelo nas bebidas) e cuidado com alimentos, evitando os alimentos crus ou mal cozinhados.

Existem ainda recomendações gerais no que se refere à deslocação em avião que geralmente estão incluídas nos folhetos informativos das companhias aéreas e problemas relacionados ao jet-lag devido a grandes diferenças horárias entre os pontos de deslocação.

Também poderá ter que ocorrer aconselhamento específico para viajantes que se desloquem para zonas de grande altitude ou para aqueles que vão realizar mergulho em profundidade.

Qualquer viajante deve sempre levar uma “farmácia de viagem” cuja especificidade vai depender muito do tipo de viagem, do país de deslocação e do clima que se vai encontrar.

Para um aconselhamento personalizado e profissional existem em Portugal varias consultas do viajante, tendo nós podido encontrar algumas referencias:

Consulta de Medicina do Viajante – Unidade de Saúde dos Guindais

Consulta de Medicina do Viajante – Centro de Saúde de Braga

Consulta de Medicina do Viajante – Centro de Saúde Pública de Viana do Castelo

Consulta de Medicina do Viajante – Hospitais da Universidade de Coimbra (Departamento de Infeciologia)

Consulta de Medicina das Viagens – Instituto de Higiene e Medicina Tropical (Lisboa)


Fontes:

http://www.secomunidades.pt/c/portal/layout?p_l_id=PUB.1.685

http://www.ihmt.unl.pt/comunidade/consulta.asp

http://www.min-saude.pt/portal/conteudos/informacoes+uteis/saude+em+viagem/consulta+de+saude+do+viajante.htm

http://www.almadeviajante.com/dicas/medicina-de-viagens.php



Ass.: Maria Ana Pinheiro e Teresa Amorim

sábado, 15 de outubro de 2011

Leite: Amigo de uns, inimigo de outros


O que é a intolerância à lactose?

A intolerância à lactose é um problema muito comum, causado pela deficiência da enzima lactose. Este problema afeta cerca de um terço da população portuguesa. Manifesta-se através do aparecimento de gás e distensão abdominal, diarreia ou cólicas após a ingestão de produtos lácteos. A lactose é o nome cientifico do açúcar do leite e a lactase é a enzima que o organismo produz para digerir o açúcar do leite, de maneira a que os produtos lácteos sejam facilmente digeridos.

Qual é a diferença entre intolerância ao leite e alergia ao leite?

Ao contrário do que a maior parte de população pensa, a intolerância ao leite não é o mesmo que a alergia ao leite.

A alergia ao leite é provocada por uma reação química no organismo e não por uma deficiência enzimática como a intolerância ao leite. Os sintomas da alergia ao leite são vómitos, vermelhidão da pele e diarreia.

Que devo fazer?

Ao contrário da mentalidade da população, uma pessoa que seja intolerante ao leite não tem que deixar de ingerir leite ou produtos lácteos, já que estes são ricos em proteínas e cálcio. Além disso evitar os produtos lácteos não é garantia que não se esteja a ingerir lactose uma vez que esta está presente em muitos outros produtos que vais conhecer a seguir.

Solução:

A solução é a utilização na dieta de suplementos enzimáticos de lactase. A lactase, hoje em dia, pode ser fornecida em forma de cápsulas, assim quando se ingerem alimentos lácteos, os suplementos enzimáticos fornecem ao organismo a lactase necessária para digerir o açúcar do leite (lactose). Atualmente já há disponível nos supermercados leite com lactase adicionada.

Alimentos com lactose:

- leite condensado, leite evaporado, leite em pó

- leite ( gordo, meio gordo, magro, desnatado, com chocolate)

- derivados do leite ( queijo, gelado, natas, chocolate de leite, manteiga, iogurtes)

- bolos de pastelaria*

-margarinas*

- maionese*

-alimentos infantis*

-produtos instantaneos ( sopas, bolos, chás e café)*

-batatas fritas comerciais*

- frutas de conserva*

- enchidos, salames e salsichas industriais*

-molhos comerciais*

- cereais *

*- estes alimentos, como contêm menor quantidade de lactose, podem ser melhor tolerados


Fontes:

http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?269

http://www.mimosa.com.pt/cnam/dossiers/intolerancia_lactose.aspx


Ass.: Maria Ana Pinheiro e Teresa Amorim



sábado, 8 de outubro de 2011

Piolhos: A Praga Capilar


Com o regresso às aulas, o mais provável é regressarem também os piolhos. O que há a fazer é estar muito atento, para tratar o mais cedo possível e evitar a transmissão destes parasitas.

Os piolhos são parasitas que precisam dos seres humanos, os seus “hospedeiros”, para completar o seu ciclo de vida. Pequenos, mas visíveis, fixam-se no cabelo junto ao couro cabeludo (principalmente na nuca e atrás das orelhas). Alimentando-se de pequenas quantidades de sangue que sugam, injetando depois uma espécie de saliva, à qual se deve a comichão que sentimos.

Estes pequenos parasitas multiplicam-se ao ritmo de oito ovos por dia, aos quais chamamos lêndeas, que ao fim de 7-10 dias dão origem a novos piolhos, que reiniciam este ciclo reprodutivo. Estamos perante uma infestação, a pediculose.

Estes espécimes podem aparecer em qualquer cabeça, independentemente da idade da pessoa, do seu sexo ou do seu estrato social. Esta praga, ao contrário do que a maioria da população pensa, não se fixa numa cabeça devido á falta de higiene, ou ao excesso desta (os piolhos fixam-se tanto em cabelos limpos como em cabelos sujos).

Comichão

É quase sempre a comichão que denuncia a existência de piolhos. Quando há demasiada comichão, e se coça intensamente o couro cabeludo, há um grande risco de se desenvolverem dermatoses – pequenas lesões que se podem agravar e dar origem a infeções.

Mas a comichão não representa a certeza da existência de piolhos, uma vez que esta pode ser causada por outros problemas capilares como a caspa.

Prevenção do Contágio

Como forma de prevenir o contágio deste parasita, devemos tomar certas medidas, como:
- evitar o contacto direto entre cabeças;
- verificar o cabelo das crianças e dos outros membros da família com regularidade;

- lavar vestuário e roupa de cama, escovas e pentes em água bem quente (60°C);

- guardar os objectos/vestuário, que não podem ser lavados, em sacos fechados durante duas semanas;


Fontes:

http://farmaceutico.planetaclix.pt/piolhos.html

http://sol.sapo.pt/inicio/Vida/Interior.aspx?content_id=3870

Panfleto Informativo: isaúde


Ass.: Maria Ana Pinheiro e Teresa Amorim

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

“As vacinas salvam mais vidas do que qualquer outro tratamento médico.”


Uma vacina é uma substância que contêm uma pequena parte de um vírus/bactéria enfraquecidos que é administrada a uma pessoa com o objectivo de prevenir a doença que esse vírus/bactéria provocaria. Podem ser administradas sob a forma de injeção ou por via oral (esta última mais utilizada nas crianças).

Todos podem ser vacinados?

Todas as pessoas podem ser vacinadas, mas deve-se ter em consideração o estado de saúde, por exemplo se está grávida, assim como se está a fazer algum tipo de tratamento. Por isso cada indivíduo antes de ir tomar uma vacina deve consultar um médico, que terá então todos estes factores em conta.

A importância do plano nacional de vacinação…

O plano nacional de vacinação é muito importante, já que nele se prevê que toda a população se submeta a um conjunto de vacinas como forma de prevenir ou atenuar infecções graves ou potencialmente letais. Em diferentes situações é necessário apresentar o boletim de vacinas com as vacinas em dia, como por exemplo quando se fazem as inscrições no ensino, sendo esta uma forma de controlar a aplicação do referido plano nacional de vacinação.

Vacinas de dessensibilização

Em algumas doenças do foro alérgico, como a asma ou a rinite alérgica, também está muitas vezes indicada a realização de vacinas especificas como forma de atenuar, espaçar ou evitar as crises de doença.


Fontes:

http://www.portaldasaude.pt/portal/conteudos/informacoes+uteis/vacinacao/vacinacao.htm

http://pt.wikipedia.org/wiki/Vacina


Ass.: Maria Ana Pinheiro E Teresa Amorim

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Consola Ajuda a Perder Peso


A obesidade é um problema de saúde que, hoje em dia, tem vindo a dificultar a vida quotidiana de milhões de pessoas...

No mundo, têm se verificado cada vez números mais elevados de obesidade, especialmente nos Estados Unidos da América. Assim, como tentativa de pôr a população americana a fazer exercício físico, foi criada a consola Wii, conhecida em todo o planeta.

Esta consola até consegue medir a massa gorda das pessoas, através de testes de aptidão física (WiiFit), realizando planos de treino adequados a cada um, compostos por vários tipos de exercícios, desde abdominais e flexões ao levantamento de pesos...

A obesidade é uma doença cujas causa podem ser variadas... As pessoas podem ser obesas devido à sustentabilidade genética, ou devido aos hábitos alimentares incorrectos e à falta de exercício físico. As dificuldades psicossociais também podem estar na origem desta doença.

Mas a obesidade não é uma doença ignorada... Em todos os cantos do mundo estão-se a fazer os possíveis e os impossíveis para incentivar as pessoas a fazer algo por elas próprias, combatendo este problema que as atormenta.

Teresa Amorim e Maria Ana Pinheiro

Fontes: Conselho Científico da Plataforma Contra a Obesidade

sábado, 17 de setembro de 2011

Batido para desportistas


Todos os desportistas já se depararam com o facto de não terem uma bebida saudável e fresca que pudessem ingerir, durante a prática desportiva!

O que nós propomos é um batido saudável para beber antes, a meio e depois do exercício físico competitivo, pois é uma bebida de rápida digestão, que ajuda a recuperar e ao mesmo tempo dá energia…

Este batido é uma alternativa mais saudável do que as bebidas isotónicas/energéticas.

Receita :

- 1 iogurte líquido de morango (magro)

- leite magro (aproximadamente 30cl)

- 1 banana pequena

- 10 uvas passas

(a quantidade de leite a adicionar deve ser feita conforme se goste da bebida mais ou menos espessa, bem como o tamanho da banana)

Esta bebida é indicada a todos, mesmo aqueles que não realizam desporto dado ser muito revigorante.

Maria Ana Pinheiro e Teresa Amorim

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Protector Solar amigo de Todos


Como todos sabemos, o sol em excesso pode provocar cancro da pele, mas há um modo de o prevenir, usando protector solar!


Mas o que muita gente não sabe é que este líquido milagroso, para além de cuidar da nossa saúde, também nos ajuda a ficar com um bronzeado mais bonito e brilhante. Assim como ajuda a ficar com uma pele sana.

Teresa Amorim e Maria Ana Pinheiro