Blog sobre todos temas relacionados com Saúde dinamizado pelos alunos do Externato das Escravas do Sagrado Coração de Jesus do Porto.

sábado, 20 de outubro de 2007

Cuidados a ter com uma criança com SIDA


Embora necessitem de cuidados específicos relacionados com a doença, o fundamental é o apoio e o carinho transmitido pela família, para que as crianças ou jovens se sintam integrados no meio familiar e social.

No entanto, existem algumas situações que merecem especial atenção, como:

  • É importante estar atento ao estado de saúde e ao comportamento da criança;
  • Dedicar especial atenção aos problemas respiratórios, febre, diarreia ou alterações do sono e do apetite;
  • Converse com o profissional de saúde antes da criança fazer qualquer vacina;
  • É preferível optar por brinquedos de plástico e laváveis, bonecos de pano ou peluche sujam-se facilmente e podem transportar germes que provocam doenças;
  • No caso da criança conviver com animais de estimação, não deixe a criança aproximar-se do sítio onde o animal costuma estar;
  • Se a criança com SIDA esteve próximo de alguém com varicela, contacte imediatamente o seu médico, pois a varicela pode agravar o estado da criança infectada;
  • Se a criança se arranhar, cortar ou fizer uma ferida, lave a pele com água quente e sabão e coloque, imediatamente, um penso ou ligadura em função da dimensão da ferida;
Rita Machado

Como se determina ou diagnostica a obesidade e a pré-obesidade?

O Índice de Massa Corporal é o que determina a obesidade e a pré-obesidade. Este índice mede a corpulência, que se determina dividindo o peso (Kg) pela altura (m) elevada ao quadrado.

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), considera-se que existe excesso de peso, quando o IMC é igual ou superior a 25 e que há obesidade quando o IMC é igual ou superior a 30.

Índice de Massa Corporal

IMC > 18 <>20

Normal

IMC > 25 <>30

Excesso de Peso

IMC > 30 <>35

Obesidade moderada (grau I)

IMC > 35 <>40

Obesidade grave (grau II)

IMC > 40 Kg/m2

Obesidade mórbida (grau III)


Rita Machado

Fecundaçao in vitro


Fecundação in vitro

Neste texto iremos falar de fecundação in vitro e para o explicar melhor , vamos utilizar tópicos que nos fazem perceber a evolução do processo.

1.Na primeira fase deste processo injectam-se no organismo feminino , hormonas que estimulam o desenvolvimento de vários folículos.

2.Quando os folículos amadurecem completamente os óvulos são aspirados através de uma agulha introduzida na parede abdominal ou através da vagina.

3.De seguida mergulham-se os óvulos num líquido nutritivo , preparado para ter uma composição química parecida com a do líquido segregado pelas trompas de falópio. Depois são colocados a uma temperatura de cerca de 37ºC em condições semelhantes às que existem no corpo da mulher.

4.No ponto 4 falamos da inseminação:o esperma que foi anteriormente recolhido do homem , depois de seleccionados os melhores espermatozóides e adicionado aos óvulos numa proveta.

5.Já no ponto cinco falamos da fecundação dos óvulos que ao fim de algumas horas , originam vários ovos que se começam a dividir , formando embriões.

6.No último ponto , depois de dois dias os embriões são introduzidos no útero , através da vagina com auxilio de um tudo de plástico.

Para terminar só falta esperar duas a três semanas para saber se o processo foi bem sucedido.
Chega ao fim o nosso texto.

Martim Maia e João Macedo.

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Médico Denunciado por ser Seropositivo

A notícia surgiu esta quinta-feira no jornal Público. Consta que um médico denunciou à administração do hospital público onde trabalha, denunciou um colega de trabalho de ser seropositivo.



Foram anunciados os resultados ao HIV, deste médico, pela Medicina do Trabalho à Direcção Clínica e ao Conselho de Administração do hospital. Os resultados revelam-se positivos, ficando provado que este médico, ainda jovem, é realmente portador do vírus da Sida. Isto significa que ele não sofre de Sida, nem dos seus sintomas, mas que transporta o vírus, podendo assim contagiar terceiros.



O colega que denunciou o médico em causa, por desconfiar deste facto, está agora sob iminente processo disciplinar instaurado pela Ordem dos Médicos. O bastonário da OM, Pedro Nunes, afirma que «o médico tinha a obrigação de não comunicar (a terceiros) o caso", e que a medicina de trabalho "não é um sistema de investigação policial das pessoas".



Está a ser avaliado o risco de contágio, e, para isso, foram pedidos pareceres aos colégios da especialidade de doenças infecciosas e cirurgia geral médico-doente.



A professora de Direito da Universidade Lusíada de Lisboa, Maria do Céu Rueff, afirma que "O risco médico de transmissão de HIV de um cirurgião a um doente por acidente percutâneo durante procedimento invasivo é de 2,4 a 24 por milhão". Se tal for verídico, afirma o bastonário da OM, "não obrigaremos o médico a fazer coisa nenhuma (nomeadamente mudar de especialidade)". "Apenas lhe diremos que tem a obrigação ética de tomar todas as precauções".


Pedro Nunes diz também que o clínico não pode perder os seus direitos de cidadania por estar infectado com HIV. E notou que ele é "obrigado a operar um doente, mesmo que este seja seropositivo".





Eu realmente concordo com o que foi dito pelo bastonário da OM: um médico é obrigado a operar um doente de HIV, correndo assim, ainda que reduzido, o risco de ser contagiado. No entanto entendo também ser muito perigoso, apesar de todas as precauções que se possam ter, um médico doente operar, sendo que um pequeno corte no dedo, em contacto com o interior do corpo do paciente, pode originar uma infecção, e mesmo que a probabilidade seja realmente de "2,4 a 24 por milhão", sao esses 2,4 a 24 que sofrem, ficando contagiados.



Ainda mais, discordo que seja instaurado um processo disciplinar ao médico que denunciou o colega, já que o problema em questão não é o rompimento do sigilo profissional, mas sim se um médico portador de um vírus, deve continuar ou não a exercer as suas funções.



Assim, penso que o médico portador não deveria perder o seu emprego, mas pelo menos, ser privado de operar, e gostaria de saber se o bastonário da Ordem dos Médicos se deixaria ser operado por um cirurgião seropositivo.









Sara Moniz

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

os malefícios do tabaco

Os malefícios do Tabaco / Cancro do Pulmão

O cancro do pulmão consiste na transformação maligna do tecido pulmonar. Este cancro é o mais letal de todos os cancros e é causado essencialmente pelo tabaco.
As pesquisas mais recentes confirmaram que o factor com mais impacto no aparecimento do cancro pulmonar é a exposição, a longo prazo, a carcinogenios, e o meio mais comum de exposição aos carcinogenios é o tabagismo.

Um pulmão de um fumador apresenta áreas pretas que correspondem à deposição de pigmento antracotico.


Os sintomas que devem ser despistados … pois podem indicar estarmos perante um cancro de pulmão:

· Dispneia
· Tosse com sangue (hemoptise)
· Tosse crónica
· Sibilo (chiado no peito)
· Dor no peito ou no abdómen
· Perda de peso
· Fadiga
· Perda de apetite
· Disfonia
· Dificuldade em engolir

Não Cedas!
O tabaco é perigoso desde o primeiro cigarro!

O tabaco mata!

O tabaco é uma droga!

O tabaco provoca alterações!

O tabaco causa danos no corpo!

O tabaco está fora de moda!

E ainda…
O tabaco reduz o desempenho sexual e desportivo!!!

A Sida:

• Introdução:

O vírus da sida foi conhecido em 1983. Este vírus é facilmente destruído pelos desinfectantes (álcool, água de Javel, etc.)
O vírus da SIDA só se torna perigoso quando consegue penetrar numa célula do nosso organismo.
A doença resulta de uma falha do sistema Imunitário, o organismo deixa de se poder defender das bactérias, parasitas e vírus que provocam infecções. Com o enfraquecimento das defesas, as infecções podem ser fatais.


• Como actua este vírus?

Em primeiro lugar o vírus entra na corrente sanguínea, determina a posição exacta de um tipo de glóbulo branco (T«helper«) e fixa-se neles logo de seguida penetra-se nesses glóbulos brancos e introduz-se no código de informação genética da célula atacada.
O vírus é integrado no património genético da célula. No momento da divisão celular, as células transportam a informação genética do vírus. Cada uma destas células pode produzir o vírus e muitas vezes morrem.


• Os doentes com sida:

Os doentes com sida são normalmente aqueles grupos de alto risco; como exemplo; toxicodependentes, homossexuais, pessoas sexualmente activa que trocam de parceiros frequentemente.

Alguns dos primeiros sintomas:

• Aumento dos gânglios linfáticos;
• Febre;
• Suores nocturnos;
• Perda rápida de peso;
• Diarreia;
• Fadiga invulgar e longa.




• Como se transmite?

O vírus da sida não se transmite pelo ar, nem pelo toque, nem pela comida mas também não se transmite pela água.
O vírus da sida só pode ser transmitido por relações sexuais sem protecção com pessoas infectadas, pela utilização de seringas emprestadas ou se uma mãe esta infectada o filho/a também vai estar, e ainda pode ser através da partilha de objectos pessoais cortantes e pelas escovas de dentes.

terça-feira, 16 de outubro de 2007

A Tuberculose


A tuberculose que pode também ser chamada doença pulmonar ou do peito, visto que afecta essencialmente os pulmões, é uma doença infecciosa já há muito tempo conhecida que continuaa ser uma grande preocupação para a Humanidade
Pensa-se que a bactéria da tuberculose tenha evoluído há possivelmente 20 mil anos a partir de outras bactérias, do género "Mycobacterium".

A tuberculose está associada à forma de organização dos processos de reprodução e produção social, directamente relacionados com a forma de viver do infectado.


Os sintomas são:


- Tosse por mais de quinze dias

- Febre mais comum ao entardecer

- Suores nocturnos

- Falta de apetite

- Emagrecimento


- Cansaço fácil


Em 1993, devido ao número de infectados que apareciam, a OMS lançou um estado de emergência global e sugeriu o Tratamento Directamente Supervisionado para controlar a doença.


A tuberculose é transmissível pelo ar, por gotículas no ar, quando infectados por exemplo tossem, espirram e até quando falam e cantam. Contactos próximos e frequentes que levam à transmissão da doença têm uma taxa de 22 %. Embora, a probabilidade de transmissão dependa do grau de infecção, da quantidade expelida, da forma e exposição ao bacilo e da virulência.




A doença pode se desenvolver tanto nos primeiros anos, como mais tarde e até durante a vida, dependendo dos casos. O risco de progressão da tuberculose aumenta em 10% nas pessoas que tenham HIV. Outras situações de risco são por exemplo o abuso das drogas injectáveis, a infecção recente da tuberculose nos últimos dois anos, diabetes, silicose, cancro (cabeça ou pescoço), doenças sanguíneas, leucemia e doença de Hodgkin, doenças renais em estado avançado, gastrectomia ou baixo peso corporal.


A imunização com a vacina BCG, dá entre 50% a 80% de resistência à doença.

Catarina Pinto